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sábado, 29 de junho de 2013

BRASIL - REVOLUÇÃO COMUNISTA - GUERRA RACIAL


Quando você perceber que, para produzir precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho; que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício, então poderá afirmar, sem ter medo de errar, que sua sociedade está condenada." 
(Ayn  Rand)

LEIA O ARTIGO ABAIXO E ENTENDA OQUE REALMENTE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL 

O Coronel do Exército afirma que o Brasil está a tês passos da guerra civil

Escrito pelo Coronel Gélio Fregapani. Escritor, atuou na área do Serviço de Inteligência na região Amazônica; elaborou relatórios como o do GETAM, Grupo de Trabalho da Amazônia. 

Fonte: Conservadorismo Brasil - Publicado em 27 de Junho de 2013

Segue o artigo do Coronel na íntegra:

                      Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.
                      Falta ainda homologar no Congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos prepararemos para a guerra. 
                       Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma "revolução comunista com uma guerra racial". 
                       O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançosos de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável.
                        O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degeneram em conflitos sangrentos. 
                        Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las. 
                        A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a "manu militari", mas ainda mais provável e até mais perigoso pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos: 
                        - a divisão do povo brasileiro em etnias hostis; 
                        - os conflitos potenciais entre produtores e os movimentos dito sociais; 
                        - e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas. 
                        Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida. 
                         Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras. 
                         A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pela caráter  separatista. 
                         A mutilação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa como pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo à criação de "uma grande nação" indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/ São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a ianomâmi à Balaio?Cabeça de Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras, prenhes das mais preciosas jazidas. 
                       O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neo-missionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da "Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala. 
                        O processo não se restringe ao nosso País, mas além das nações do CIMI, a atuação estrangeira está clara: 
                         - identificação das jazidas: já feito; 
                         - atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já feito; 
                         - conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte; 
                         - colocar na nossa constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito. 
                         - assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia a comunidades indígenas: já feito; 
                         Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra. 
                          O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais - petróleo e minério, quando o Brasil reagir. 
                          Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. 
                          A UnB foi contratada pelo governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, aparecem "quilombolas". No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará virou um quilombo inteiro. 
                         Qual o processo? aparecem uns barbudos de piercings no nariz, perguntando aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o quilombola que residisse no dia  da promulgação da Constituição teria direito à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" "Seu avô por ocaso pescava e caçava por aqui?" "Sim" "Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do rio, lá naquela montanha." Tudo é seu."  Escrituras centenárias perdem seu valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos. 
                      Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial. 
                       Certamente isto vai geral conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo. 
OS CONFLITOS RURAIS - Talvez os primeiros a eclodir. 
                      O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma "Zona livre", uma "república do MST" na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez nais audaciosas. 
                      É claro que os produtores rurais, desesperançosos de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile. "O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará."
                      Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse. 
O AMBIENTALISMO DISTORCIDO, principal pretexto para uma intervenção estrangeira.
                      Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos. Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço território do País ficará  interditado a atividades econômicas modernas. 
                      Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para a guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais. 
                      No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de "terra devastada" àqueles quadrados verdejantes de terras cultivadas, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País. 
A TRÊS PASSO DA GUERRA CIVIL
                       O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos. 
                       Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo na radicalização das más mídias, particularmente do Ministério da Justiça: 
                       - Roraima não está totalmente pacificada; 
                       - o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas; 
                       - no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST;
                       - Santa catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã. 
                       Uma vez iniciado o conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais - petróleo, minérios e até terras cultiváveis - e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso Itaipu. 
                      Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital? 
                      Que Deus guarde a todos vocês. 
                     Cel. Gelio Fregapani

Não espere que a grande mídia informe a verdade.
Nicéas Romeo Zanchett 
   

sexta-feira, 14 de junho de 2013

CONTOS DO TALMUDE - PARÁBOLA DA DEMOCRACIA



CONTOS E OBSERVAÇÕES DO TALMUDE
Uma Parábola sobre a Democracia 
                Diz o Rabino Josué Ben Levi  que enquanto as baixas camadas se submeterem à direção das altas camadas da sociedade, tudo irá bem. As últimas decretam, e Deus confirma. Daí resulta a prosperidade do Estado. Mas quando as altas camadas, por motivos corruptos ou falta de firmeza, se submetem, ou são influenciadas pelas opiniões das camadas sociais, é certo caírem juntas; e a destruição do Estado será inevitável. Para ilustrar esta verdade importante, relatou a seguinte "fábula da cauda e da cabeça da serpente"
                  A cauda da serpente tinha seguido por muito tempo a direção da cabeça, e tudo estava bem. Um dia começou a estar descontente com este arranjo da natureza, e dirigiu-se nestes termos à cabeça: 
                  - Ha muito tempo que observo com indignação o teu injusto procedimento. Em todas as nossas viagens, és tu  que tomas a dianteira, enquanto eu como um criado servil, sou obrigada a seguir-te. Apareces primeiro em toda a parte, mas eu como um escravo miserável tenho que ficar atrás. Isto é justo? É direito? Não sou eu um membro do mesmo corpo? Porque não poderei dirigi-lo tão bem como tu? 
                  - Tu, exclamou a cabeça, tu, rabo imbecil, queres dirigir o corpo? Não tens olhos para ver o perigo, nem ouvidos para te avisarem dele, nem cérebro para o evitar. Não compreendes que é para tua vantagem que eu dirijo e guio? 
                  - Para minha vantagem, não é verdade, disse a cauda. Isso é a linguagem de todos os usurpadores. Pretendem  reger para o bem dos seus escravos; mas não me submeterei por mais tempo a semelhante estado de coisas. Insisto por tomar a dianteira por minha vez.
                  - Pois bem, replicou a cabeça, assim seja. Guia tu. 
                    A cauda regozijou-se, e tomou a dianteira. A primeira façanha foi arrastar o corpo para uma fossa de lodo. A situação não era das mais agradáveis. A cauda lutou muito, andou às apalpadelas, e com grande esforço conseguira sair; mas o corpo estava todo coberto de imundice e lama, que não parecia pertencer à mesma criatura. A façanha seguinte foi embaraçar-se entre garças e espinhos. A dor foi intensa; o corpo inteiro se feriu; quanto mais se debatia, mais fundas eram as feridas. Aqui teria acabado a miserável existência, se a cabeça não tivesse vindo em seu auxílio, livrando-a da situação perigosa. Não contente, ainda teimou em levar a dianteira. Continuou a marchar;  e quis o acaso que entrasse numa fornalha acesa. Bem depressa  começou a sentir os terríveis efeitos  do elemento destrutivo. O corpo inteiro ficou congestionado; foi um lance terrível. A cabeça mais uma vez se apressou a conceder-lhe o auxílio amigável. mas ai dela! era tarde.  A cauda já estava consumida. O fogo bem depressa chegou às partes vitais do corpo, que foi destruído, e a cabeça arrasada na ruína total.
                     Qual foi a causa da destruição da cabeça? Pois não foi permitir ser guiada pela cauda imbecil? Tal será seguramente o destino das altas camadas se se permitirem ser dominadas pelos prejuízos populares. 


O QUE É O TALMUDE 
                  O Talmude é a grande coleção de leis judaicas, parábolas, comentários bíblicos, etc., não compreendidos no Velho Testamento. É dividido em duas partes, a Michna e a Gemara, a primeira  um digesto, feito pelo Rabino Juda, aproximadamente em 200 d.C., de todas as tradições antecedentes e das decisões rabínicas; a segunda é uma serie de  comentários sobre a primeira, feitos alguns séculos mais tarde. Há dois Talmudes, o de Jerusalém e o de Babilônia; o primeiro consta das decisões e comentários  dos rabinos da palestina, desde o século segundo ao meado do quinto; o outro, das decisões dos rabinos de Babilônio, desde 190 d.C. ao século sétimo. 
Nicéas Romeo Zanchett

                  Vocês não estão entendo o que está acontecendo com o nosso Brasil? É que a atual administração (leia-se PT e seus aliados) é a cauda da serpente; não sabem administrar. "Não existe ventos favoráveis para quem desconhece o rumo do porto".
Não é por acaso que está ocorrendo manifestações violentas nas ruas de grandes cidades. E, naturalmente, não se trata apenas de uma luta do povo para não pagar mais 20 centavos nas passagens; é que já não aguenta mais tanta espoliação e o aumento das passagens foi a gota d'água. Hoje o Brasil é o país mais corrupto do mundo, onde os políticos praticam as mais descaradas espoliações. Não querem aumentar os salários dos professores e até os rebaixam, mas aumentam os seus sempre acima da inflação. Trabalhamos mais de cinco meses só para manter as suas mordomias  e de seus apadrinhados e comissionados. A inflação já está corroendo os salários; há um sistemático desmonte de nossas instituições; a nossa industria está sucateada e brevemente seremos um pais sem emprego. ACORDA BRASIL!!!! 
            A democracia ainda é o melhor instrumento, mas só funciona com cabeças de pessoas honestas e competentes no comando. Quem está comandando o Brasil são os mesmos que lutaram para implantar o comunismo, nos moldes de Cuba, e foram impedidos pelas nossas Forças Armadas. Hoje eles posam de defensores da democracia, mas quem viveu naqueles tempos sabe que é mentira. Iam para as ruas assaltar bancos, sequestrar autoridades e agora reclamam que os militares não os recebiam com carinho e flores. É preciso compreender que eram os militares que  estavam no poder e tinham o dever de defender o país. Houve repressão sim, mas o AI 5 só aconteceu porque eles forçaram com seus atos terroristas. 
VANTAGENS E PERIGOS DA DEMOCRACIA  <<< LEIA 

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